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Acolhimento familiar: uma alternativa de proteção para crianças em Guaíra

A Associação Lar está oferecendo capacitando famílias para acolherem menores com vínculos familiares rompidos

Cidade
Guaíra, 3 de dezembro de 2017 - 12h27

A Associação Lar está oferecendo às famílias interessadas, a capacitação para se tornarem acolhedoras e contribuírem com o projeto de assistência a crianças e adolescentes que acabam tendo seus vínculos familiares interrompidos.

O Serviço de Acolhimento em Família acolhedora em Guaíra, executado pela Alar, é um serviço de Alta Complexidade do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) tipificado pela resolução n° 109 de 11 de novembro de 2009 e regulamentado pelas Orientações Técnicas: Serviços de Acolhimento para Criança e Adolescentes.

É um serviço sério, que se caracteriza como alternativa de proteção imediata às crianças e adolescentes residentes no município de que tenham seus direitos ameaçados ou violados (violência doméstica) e que necessitem ser, temporariamente, retirados de suas famílias de origem mediante a concessão de guarda”, afirma a assistente social responsável pela entidade, Érica de Paula Zampieri.

Para a profissional, a Família Acolhedora é muito importante e de total relevância para a garantia de direitos dos menores que estão em acolhimento. “Elas possuem a função de colaborar na interrupção do ciclo de violência e ameaça aos direitos dessas crianças e adolescentes e de garantir proteção e acolhimento provisório”, explica.

As pessoas que aceitam participar do programa recebem um auxílio financeiro, por criança ou adolescente acolhido, no valor correspondente a 50% do salário mínimo.

“A participação da família no programa não gera qualquer vínculo empregatício ou profissional, tratando-se de serviço de caráter voluntário” aponta a assistente social, demonstrando como os guairenses podem participar.

“A família passa por uma triagem, pois necessita ter um perfil próprio para exercer a função. Inicialmente é atendida pela equipe psicossocial e orientada quanto aos critérios e finalidade do serviço, logo depois é realizada visita domiciliar e avaliações psicológicas com todos os membros. A família quando cadastrada, passa a ter o direito de acolher e é acompanhada sistematicamente pela equipe técnica do serviço”, ressalta.

Segundo Érica, os critérios básicos são: Ser maior de 25 e menor de 70 anos de idade; ser residente no município; ter boas condições de saúde física e mental; apresentar certidão negativa de antecedentes criminais; e ter tempo disponível para oferecer proteção à criança ou adolescente.

“As pessoas interessadas podem procurar a Associação Lar, localizada na Avenida 19, 966, Centro ou ligue para 3331-6944. A Alar agradece imensamente a cada família que se propõe a ser acolhedora, são pessoas que exercem dedicação total e de muita responsabilidade, e por isso merecem o total respeito”, finaliza.

De acordo com o diretor de Assistência e Desenvolvimento Social, José Reinaldo dos Santos Júnior, “o projeto é de suma importância para o bom convívio social, pois as crianças que estão com os vínculos  familiares rompidos serão acolhidas com amor e carinho mesmo provisoriamente por parte da outra família.”


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