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Branco Zanol se posiciona sobre acusações contra seu projeto

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Guaíra, 5 de novembro de 2017 - 10h41

O MP investiga se houve superfaturamento e irregularidades na contratação da empresa do hexacampeão brasileiro, entre 2013 e 2016, em seis cidades da região, entre elas, Guaíra

Nesta semana, um jornal de Orlândia publicou notícia confirmando que o Ministério Público do Estado de São Paulo abriu investigação em algumas administrações públicas por um possível superfaturamento na contratação da empresa do hexacampeão brasileiro Branco Zanol, para ministrar aulas de judô.

As declarações, inclusive, citaram os serviços prestados pelo judoca em Guaíra em mandatos anteriores, que não teriam aberto licitação para o contrato. Outro questionamento refere-se sobre a atuação de outros professores de judô nos projetos sociais espalhados pelo estado, alegando que o próprio Zanol, por ser idealizador e gestor do projeto, deveria ser aquele a ministrar as aulas.

Procurado pelo Jornal O Guaíra, Branco se mostrou indignado com as acusações e repudiou as informações que têm circulado pelas redes sociais. “Fruto de uma denúncia anônima leviana, que no momento certo será formalmente contestada na Justiça, a suposta acusação contesta a validade da contratação da empresa E.Zanol Esportes ME. No caso das parcerias, áreas jurídicas das próprias prefeituras embasaram as contratações devido ao ‘notório saber’ demonstrado cabalmente no histórico como atleta e treinador de Branco Zanol, bem como na metodologia exclusiva empregada em suas iniciativas, além de palestras, eventos, tais como festivais, trocas de faixa, intercâmbio entre cidades, em conformidade com a Lei nº 8.666/93”, afirma o atleta através de nota.

“Sobre o questionamento relativo à presença de Branco Zanol nas aulas, basta observar que, nem ele nem qualquer professor conseguiria dar aula, simultaneamente, a cerca de 5 mil judocas. Para tanto, Branco Zanol capacitou professores faixas-pretas das próprias cidades ou região para que dentro do conceito estabelecido em suas apostilas, as aulas tivessem a mesma qualidade de ensino. O que não impede de que, a cada 15 dias Zanol suba ao tatame para supervisionar e interagir com seus professores e alunos”, declara.

Atualmente, o judô Branco Zanol se faz presente em nove cidades, das quais, tem contrato apenas com quatro, ou seja, nas demais ele mantém o Judô de forma voluntária, sem perder a qualidade, com o mesmo padrão das demais, destacando ainda que determinados contratos tem valor anual, equivalente ao valor mensal que o judô movimenta em apenas um dos colégios de São Paulo.

“Nosso programa trata-se de um projeto esportivo e educacional, cujo trabalho é vastamente divulgado através das mídias sociais, pelas famílias beneficiadas, portanto, basta uma breve pesquisa que todas as respostas poderão ser obtidas pelas imagens, que falam mais que mil palavras”, ressalta o judoca.

A Associação Branco Zanol de Judô, responsável por diversos programas, palestras, eventos e aulas de judô, inclusive com projetos beneficentes em Guaíra, confirmou que está à disposição do Ministério Público e de qualquer outro órgão fiscalizador que porventura queira informações sobre nosso método de trabalho. “Não nos dobraremos a falsas denúncias por pessoas movidas a interesses outros, apoiamos a investigação, para que as também as autoridades possam conhecer um dos projetos mais vitoriosos desse país, com a mesma cara e cor da história de seu idealizador.”



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