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Expectativa de vida sobe para 74,8 anos na região de Barretos

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Guaíra, 12 de Maio de 2016 - 08h03

O Radar Regional da Fundação Seade analisa a esperança de vida ao nascer da população e seus principais condicionantes nas diferentes regiões do Estado de São Paulo

A duração de vida média da população residente aumentou 3,9 anos no Estado de São Paulo, entre 2000 e 2014. De acordo com o levantamento da Fundação Seade, a expectativa de uma pessoa que nasceu no Estado em 2014, é que viva 75,4 anos. Em 2000 era de 71,5 anos. Na região de Barretos, a esperança de vida ao nascer é de 74,8 anos. De 2000 a 2014, a expectativa de vida na região cresceu 3 anos.

O Radar Regional da Fundação Seade analisa a esperança de vida ao nascer da população e seus principais condicionantes nas diferentes regiões do Estado de São Paulo. Para cada uma delas são apresentadas, além desse indicador, informações sobre mortalidade por grupos etários, inclusive por principais causas de morte. As informações sobre o tema, um dos mais disseminados mundialmente, e que compõe inclusive o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) das Nações Unidas na dimensão longevidade, estão associadas às condições gerais da saúde da população.

As maiores expectativas de vida ao nascer foram observadas nas regiões de São José do Rio Preto (76,1 anos), Ribeirão Preto (76,0), Franca (75,9) e Campinas (75,9). As menores nas regiões de Santos e Itapeva (74,0 anos) e Registro (74,6). A diferença, portanto, entre o maior e o menor nível regional é de 2,1 anos de vida média.

Os maiores ganhos ocorreram, em geral, entre as regiões com menores indicadores de vida média, revelando o esforço realizado nessas áreas no sentido de reduzir a mortalidade, aumentar a longevidade e aproximar-se dos patamares mais elevados de esperança de vida registrados no Estado.

As principais causas de morte no Estado de São Paulo mostram diferentes composições segundo grupos etários. Para as crianças menores de 1 ano destacam-se as afecções originadas no período perinatal, que respondem por 57% dos óbitos; para aquelas entre mais de 1 e 14 anos predominam as mortes por causas externas (26%); para a população de 15 a 39 anos a predominância das causas externas aumenta para 50%; entre 40 e 59 anos as doenças do aparelho circulatório passam a dominar, com 28%, e na faixa de 60 anos e mais esse grupo de doenças é responsável por 34% das mortes.


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