Jornal O Guaíra

 
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Será realizado hoje o julgamento do homem que matou a ex-mulher a golpes de facão em 2007 PDF Imprimir E-mail
10 de novembro de 2009
O julgamento de Aparecido Rodrigues da Silva, hoje com 42 anos, que é acusado de matar Rosemary de Lurdes Fracasso, está marcado para acontecer na manhã de hoje (10), no Tribunal do Júri do Fórum de Guaíra. A sessão de Júri Popular está marcada para ter início às 09h30. O crime que chocou toda cidade e teve repercussão nacional, pela forma cruel e covarde em que foi executado, aconteceu no dia 29 de março de 2007, na rua 12 B, no bairro Luiz Afonso, por volta das 17h30.
Presenças
Além dos familiares e pessoas da sociedade em geral, estarão presentes: Silvia Fracasso (irmã de Rosemary), acompanhada da Amelinha (Maria Amélia de Almeida Teles) que é fundadora da União de Mulheres de São Paulo, formada em Direito, escritora de livros: Os Cursos de Direito e a Perspectiva de Gênero (Editora Sérgio Antonio Fabris Editor), O Que São Direitos Humanos da Mulher (Editora Brasiliense), Breve História do Feminismo no Brasil (Editora Brasiliense), O que é violência contra a Mulher (Editora Brasili-ense). Feminista de reconhecimento internacional, também é coordenadora do Projeto Promotoras Legais Populares. Recentemente ganhou o processo contra o coronel Brilhante Ustra (o primeiro processo da história do Brasil por tortura na década de 70 - ditadura militar) e recebeu no dia 28 de setembro de 2009 o título de cidadã paulistana da Câmara Municipal de São Paulo (medalha Anchieta).  E também estarão presentes duas feministas membros da União de Mu-lheres de São Paulo: Kátia e Marta.
 
Entrevista
    Na tarde de ontem, Amelinha, Silvia Fracasso, Kátia e Marta passaram por nossa redação e nos presentearam com algumas obras de autoria de Amelinha e também da União de Mulheres de São Paulo; todos abordando a violência doméstica e familiar e a Lei Maria da Penha.
    São mais de 30 anos de luta e engajamento em dois grandes grupos feministas.
    Amelinha presenteou Guaíra com quatro obras doadas à Biblioteca Pública Municipal. São elas: Dossiê Ditadura: Mortos e Desaparecidos Políticos no Brasil (1964-1985); Educando para a Paz na Diversidade Sexual e Igualdade de Gênero; Violência Contra a Mulher e a Impunidade: Uma questão política; Do silêncio ao grito contra a impunidade - o caso Márcia Leopoldi.
 
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FLASH

Quem passa pelos lados do Parque Maracá, vai ter uma visualização triste das margens, secas, contornando toda a extensão da nossa Lagoa, deixando á mostra pedras que até então eram encobertas pelas águas. Cada dia a margem fica mais larga! E mais seca! É o resultado da estiagem que castiga toda a nossa região. Já noticiamos, na nossa primeira página, que o Ribeirão do Jardim – de onde captamos 80% da nossa água - atingiu um estágio crítico da sua capacitação. Se não chover, o colapso é iminente.

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