| O Novo Paradigma de FHC |
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| 09 de março de 2010 | |
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Reunidos no Rio de Janeiro no último dia 26 de fevereiro, contando com a presença de diferentes partidos políticos e pseudo-intelectuais brasileiros, aconteceu o 3º Encontro da Comissão Brasileira sobre Drogas e Democracia, na sede do Viva Rio. Neste encontro, esteve presente o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que naquela ocasião não só defendeu a descriminalização da maconha como propôs também a liberação de todas as drogas. Tal afirmação se ampara em argumentos, na qual Fernando Henrique fala que a atual política de combate às drogas não está funcionando e declara "é uma guerra perdida". Para consolidar seu pensamento, propõe um novo modelo de atuação, embasado no princípio norteador de descriminalizar as drogas e colocar o estado na dianteira do negócio. Um paradoxo incoerente, essa é a definição mais precisa para o atual panorama. Assistimos hoje o rigor com que a lei anti-fumo tem sido empregada em alguns estados brasileiros. Não esquecendo também da lei seca que atua no controle do alcoolismo, no entanto o novo modelo de FHC vem para esculhambar a moral e os princípios da família e do estado brasileiro.
Com sua ideologia liberalista FHC expõe as mais ridículas idéias em um relatório fajuto imerso de contradição, sendo o mais impressionante é que a grande mídia (jornais de grande circulação) assiste a tudo isso sem emitir opiniões contrárias, como se as palavras do ex-presidente soasse como decreto incomensurável.
Uma bandeira em favor do consumo deliberado de drogas foi hasteada, sendo a retórica baseada nas experiências empíricas de países desenvolvidos que adotaram essa postura de descriminalização.
É preciso levar em consideração à cultura brasileira a educação, pois poderemos pagar um alto preço pelo impacto de decisões equivocas, uma vez que parece mais fácil abrir as portas para o problema a combater nossa realidade de frente. Definir as políticas sociais humanas, assistir aos dependentes e ampará-los a fim de recuperá-los para suas famílias e a sociedade, combatendo o crime organizado são caminhos até aqui delineados, porém pouco percorridos e executados.
A realidade de hoje exige muito mais. Talvez a ausência do compromisso a falta de ação humana e o ínfimo caráter expliquem o reflexo da sociedade e o silêncio da plateia. Mateus Ribeiro de Souza Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo |
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Quem passa pelos lados do Parque Maracá, vai ter uma visualização triste das margens, secas, contornando toda a extensão da nossa Lagoa, deixando á mostra pedras que até então eram encobertas pelas águas. Cada dia a margem fica mais larga! E mais seca! É o resultado da estiagem que castiga toda a nossa região. Já noticiamos, na nossa primeira página, que o Ribeirão do Jardim – de onde captamos 80% da nossa água - atingiu um estágio crítico da sua capacitação. Se não chover, o colapso é iminente. |
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