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Médico destaca importância da campanha Outubro Rosa

Geral
Guaíra, 13 de outubro de 2017 - 10h01

A equipe do HC de Barretos realiza exames de mamografia, neste mês, em diversos horários flexíveis

O médico Idam de Oliveira Júnior (CRM 1711985), mastologista do Instituto de Prevenção do Hospital de Câncer de Barretos, afirma que a campanha Outubro Rosa tem papel importante no combate e diagnóstico precoce ao câncer de mama.

A equipe do Hospital de Câncer realiza os exames de mamografia entre segunda e sexta-feira, das 7 às 17 horas. Durante outubro, o hospital atende os exames também no período noturno, até as 20 horas, nas terças e quartas-feiras. O agendamento pode ser feito pelo telefone (17) 3321-6626. No dia em que o exame for marcado, é necessário levar CPF, RG, comprovante de endereço e cartão SUS.

Para Dr. Idaim, as principais formas de prevenção se dividem em níveis. “A prevenção primária do câncer de mama consiste em: realização regular de atividade física, perda de peso, que é uma forma significativa de reduzir os riscos e não ingesta de bebidas alcoólicas. Ou seja, são mais mudanças de hábitos de vida que consistem na redução do risco. Na secundária, temos a realização da mamografia, que através dela se faz um diagnóstico precoce, buscando cada vez mais o diagnóstico em fase inicial para que o tratamento seja de maior chance de cura.”

Segundo o profissional a campanha Outubro Rosa possui como público-alvo a faixa etária de principal incidência. “No Brasil, o Ministério da Saúde recomenda que o exame de mamografia deva ser realizado por mulheres dos 50 aos 69 anos de idade, de dois em dois anos. A Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda que a mamografia deve ser realizada dos 40 aos 74 anos, de forma anual. Nós, do Hospital de Câncer de Barretos, recomendamos dos 40 aos 49 anos de forma anual, e dos 50 aos 69 anos bienal.”

Sobre os fatores de risco para possível aparecimento da doença, o mastologista explica: “temos os fatores de risco que chamamos de modificáveis e os não modificáveis. Os modificáveis são relacionados aos hábitos de vida da mulher, como obesidade, sedentarismo, ingesta alcoólica, terapia de recuperação hormonal. E tem aqueles fatores não modificáveis, como idade, história familiar e alterações genéticas conhecidas na família.”

De acordo com Dr. Idaim, acima de tudo, a família possui papel importante para uma paciente com câncer de mama. “A mama representa para a mulher não só um órgão anatômico, mas também muito especial para a sexualidade feminina, representado em muitas culturas como simbologia de feminilidade. Assim, o apoio da família durante o tratamento é de extrema relevância. O tratamento oncológico não é fácil, principalmente quando o diagnóstico é feito em fases avançadas. Sempre recomendamos que o diagnóstico seja feito em etapa inicial. A família estando junto ao paciente, ajuda a superar desafios durante o tratamento.”

(Com informações da entrevista ao Diário Online de Barretos)


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