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Pediatra responde situação de internação da menina de dois anos

O Dr. Edu Celso Nogueira enviou seu posicionamento explicando sua situação com a Santa Casa e o que ocorreu no último final de semana

Cidade
Guaíra, 28 de Fevereiro de 2018 - 10h03

Após a polêmica gerada em torno do caso de menina de dois anos, que ficou o dia inteiro do sábado (24) esperando por um pediatra no Pronto Socorro para ser internada na Santa Casa de Misericórdia de Guaíra, o médico especialista Dr. Edu Celso Nogueira enviou seu posicionamento explicando sua situação com a entidade e o que ocorreu neste final de semana.

De acordo com o profissional, as respostas para os questionamentos do Jornal O Guaíra foram enviadas através de seu advogado Dr. Otávio Augusto de Souza, que está representando-o no caso sobre o hospital.

Referente a sua possível “proibição” de entrar na Santa Casa, o Dr. Edu esclarece que foi desligado dos trabalhos através da provedoria. “Em atendimento à Imprensa que presta relevante instrumento no que concerne à veiculação de informações de interesse público, esclareço que, por conta de notificação extrajudicial lavrada pelo Senhor Provedor da Santa Casa de Guaíra, fui desligado dos serviços médicos prestados ao hospital local, e preocupado com a continuidade dos serviços públicos, solicitei ao notificante esclarecimento de quais serviços deveriam ser interrompidos, sendo certo que em resposta datada de 15/02/2018, o mesmo foi enfático ao mencionar que todo e qualquer serviço deveria ser interrompido”, afirma através de nota oficial.

Quanto ao caso da menina de dois anos, que o esperou por várias horas até ser atendidas durante a madrugada de domingo, o pediatra explica: “Em relação ao episódio envolvendo a criança Rebecca, estive no hospital zelando pela integridade do ser humano, descumprindo até mesmo determinação do gestor do Hospital, zelando assim pela ética médica, garantindo assim efetividade no atendimento.”

O profissional ainda negou que houve cobranças para o seu atendimento. “Quanto a eventuais cobranças para realização dos serviços médico na ocasião, em nenhum momento solicitou-se à família qualquer valor como forma de remuneração, tampouco, foi ao autorizado quem quer que fosse, agir assim em meu nome, na medida em que, em se tratando da remuneração do serviço sob discussão, cabe exclusivamente à administração pública arcar com tal ônus, que deve ser discutida a tempo e forma.”

Por fim, Dr. Edu ressalta que não omitiu o socorro. “Quanto à questão da omissão de socorro não se caracteriza, uma vez que a criança estava devidamente atendida no Pronto Socorro sendo atendida por um médico. Fico à disposição para outros esclarecimentos”, finaliza.


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