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Prazo para preenchimento do CAR não será prorrogado, avisa Jardim

Agro
Guaíra, 27 de Março de 2016 - 09h47

A união entre produção e preservação, inclusive, foi destacada pelo secretário como uma das quatro principais linhas de atuação da Secretaria

O secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim, reforçou que o prazo para preenchimento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) não será prorrogado. Em visita à Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do Estado de São Paulo (Fetaesp), em Bauru, o titular da Pasta lembrou que o último dia para adesão é 5 de maio de 2016.

“São Paulo é o Estado que mais avançou no CAR, com cerca de 70% de adesão até agora. Para o produtor, é muito arriscado não fazer o Cadastro. Ele perde benefícios e não tem como fazer o Programa de Regularização Ambiental (PRA)”, destacou o secretário, adicionando que março e abril serão meses para “acelerar a adesão dos proprietários rurais”.

Parceira da Secretaria, a Fetaesp fará no dia 1 de abril, em Bauru, uma grande reunião com os integrantes de seus 120 sindicatos para destacar a importância de eles completarem o CAR – essencial para agropecuaristas que desejam produzir sem desrespeitar a natureza.

A união entre produção e preservação, inclusive, foi destacada pelo secretário como uma das quatro principais linhas de atuação da Secretaria, orientadas pelo governador Geraldo Alckmin. “Afastando aquela disputa anterior, aquela ideia de que o agricultor não é amigo do meio ambiente”, destacou Arnaldo Jardim.

Outra principal linha de atuação da Pasta é justamente a atenção ao agricultor familiar, centro da representação da Fetaesp. “Percebemos sua vontade e seu esforço com a agricultura familiar e não podemos nos distanciar da Secretaria de Agricultura”, elogiou Roberto dos Santos, secretário-geral da entidade e agricultor em Palmital.

A reunião teve ainda em pauta um pedido para que o Programa Melhor Caminho/Pontos Críticos, executado pela Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo (Codasp) da Secretaria, atenda 1,5 quilômetro de estradas rurais em Marília.

O trecho é importante por dar acesso à produção de 32 famílias. “Fica intransitável quando chove. É uma necessidade muito grande que eles têm dessa melhoria. Não tem alternativa se não for o Melhor Caminho”, reforçou Isaac Leite, presidente da Federação.

 


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